JUSTIÇA PELO CÃO ORELHA

Caso do cão Orelha — O cachorro comunitário brutalmente espancado e morto em Praia Brava, Florianópolis (SC, Brasil), que gerou grande repercussão nacional e mobilizações sociais:
🗓️ Linha do tempo do caso Orelha
📌 04 de janeiro de 2026 (domingo)
🐶 O cão Orelha — animal comunitário que vivia há anos na Praia Brava — é agredido violentamente por um grupo de adolescentes na madrugada, segundo investigação policial. A corporação estima que as agressões ocorreram entre cerca de 05h25 e 05h58 naquela manhã. Orelha sofre grave pancada na cabeça, provavelmente com objeto contundente.
📌 04–05 de janeiro de 2026
🚑 Orelha é socorrido por moradores e levado a uma clínica veterinária, porém morre no dia seguinte (05/01) em decorrência da gravidade dos ferimentos, sendo submetido à eutanásia.
📌 06 de janeiro de 2026 (terça-feira)
📽️ Investigações mostram que outro cão, o Caramelo, também foi alvo de tentativa de afogamento por um grupo de adolescentes na região — mas ele conseguiu escapar. Esse episódio foi registrado por câmeras.
🔍 Investigação policial e medidas iniciais
📌 16 de janeiro de 2026
🚨 A Polícia Civil de Santa Catarina abre oficialmente o inquérito policial para apurar a morte do cão Orelha, com supervisão do Ministério Público de SC.
📌 26–27 de janeiro de 2026
🔎 A Polícia Civil deflagra operação, cumpre mandados de busca e apreensão nos endereços dos adolescentes e familiares suspeitos, apreende aparelhos eletrônicos e ouve testemunhas para coletar provas.
📌 27 de janeiro de 2026
📄 Indiciamento de três adultos (familiares dos adolescentes) por coação a testemunha, acusados de pressionar pessoas para atrapalhar a investigação.
🧑⚖️ Conclusão do inquérito e encaminhamentos
📌 03 de fevereiro de 2026 (terça-feira)
📁 A Polícia Civil conclui a investigação sobre o caso e encaminha o relatório ao Ministério Público de Santa Catarina. No documento, um dos adolescentes é apontado como responsável pelas agressões ao Orelha, e a polícia solicita a internação dele, medida socioeducativa prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
🧠 Desenvolvimentos recentes e desdobramentos
📌 05–07 de fevereiro de 2026
📹 A defesa do adolescente indiciado divulga vídeos mostrando o animal vivo horas após o horário estimado da agressão, contestando a cronologia oficial da polícia — o que gerou debates e pedidos de esclarecimentos.
📸 A Polícia Civil esclarece que muitas imagens usadas (inclusive divulgadas à imprensa) são ilustrativas ou não provam diretamente o momento da agressão, mas ajudam na análise do contexto investigativo.
📌 07–08 de fevereiro de 2026
✈️ A Polícia Civil pede à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente indiciado para impedir que ele saia do país enquanto o processo segue, e a Polícia Federal é comunicada.
📌 09–10 de fevereiro de 2026
📍 O Ministério Público de SC aponta lacunas na investigação, considera solicitar a exumação do corpo de Orelha para esclarecer pontos técnicos e instaura procedimento para apurar a conduta do delegado-geral da PC-SC na condução do caso.
⚖️ Próximas etapas
🔎 O relatório agora está sob análise do Ministério Público, que poderá:
- Oferecer denúncia ao Judiciário;
- Determinar diligências complementares (como exumação e perícias);
- Requerer medidas socioeducativas;
- Arquivar o caso, se não forem encontradas provas suficientes.
📌 Enquanto isso, há forte discussão pública no Brasil sobre a punição de crimes de maus-tratos a animais e propostas de alteração da legislação, incluindo projetos na Câmara dos Deputados para endurecer medidas socioeducativas para adolescentes que cometam atos cruéis contra animais.

O cachorro comunitário Orelha morreu após sofrer espancamento grave na Praia Brava, em Florianópolis. O exame clínico apontou múltiplas lesões na cabeça, possíveis fraturas na mandíbula, problemas nos olhos, sangramentos, dificuldade para respirar e distúrbios neurológicos. O animal, que vivia há cerca de dez anos na região e era cuidado por moradores, passou por eutanásia devido à gravidade das feridas. A polícia identificou quatro adolescentes como suspeitos do crime e investiga a participação de familiares na tentativa de coagir testemunhas. O caso provocou repercussão nacional, mobilizando celebridades, políticos e ativistas da causa animal, que pedem punições mais rigorosas e mudanças na legislação. Especialistas alertam que casos de crueldade contra animais podem estar ligados a comportamentos violentos futuros contra pessoas, e líderes de grupos podem induzir outros à violência. Protestos e abaixo-assinados estão sendo organizados para exigir justiça por Orelha e avanços na proteção animal. TADINHO!


Estaremos acompanhando e exigindo punição exemplar aos autores dessa brutalidade.